8.4.14

7 E 8 DE ABRIL DE 2014, CÃO-GUIA WYATT - ATUALIZANDO Boletim E Relatório E PRESTANDO CONTAS

Relatório Dos Dias 7 e 8 De Abril de 2014. Segunda-feira 7 de abril de 2014  Hoje, levei o Wyatt para mais alguns exames os quais há muito tempo eu já gostaria de ter feito, mas ainda não haviam sido solicitados. O táxi chegou em nossa casa por volta das 9:40, e às 9:55 saímos em direção a Osasco, hospital de Cães e Gatos.  Durante o final de semana, o Wyatt passou os dias muito bem, e descobri qual medicamento estava causando os males respiratórios e provavelmente a farmacodermia. A feridinha que apareceu no flanco do Wyatt, que era uma farmacodermia, ou seja, uma reação a algum medicamento ou a alguns deles. Como foi indicado todos os medicamentos deveriam ter sido parados, menos o Meticorten, que deveria ser reduzido gradativamente. Mas, eu decidi não parar todos os medicamentos, e continuei dando o Same, que é o medicamento para o fígado. Parei os outros. Durante o fim de semana, desconfiei que ele estava com alguma dor, e dei o Tramal. E, depois que dei o Tramal, após umasduas horas, ele começou a ficar muito ofegante. Logo, há toda possibilidade de ser este medicamento que agrava tal ofegância e que causou a farmacodermia. Também continuei dando o Ranitidina. Já o Sucrafilm, depois de alguns dias também em parada, na noite de domingo 6 dei uma dose para experimentar. E ele novamente ficou ofegante. Então, certamente esses dois medicamentos, não são compatíveis com Wyatt. No hospital, entreguei o potinho com as fezes, e fomos para os exames de coração. Os exames de Eco cardiograma e eletro cardiograma, mostraram tudo normal exceto por um leve sopro em uma das válvulas, que segundo o médico, não é nada sério. A pressão estava em 14 x 10, uma pressão normal segundo o cardiologista. E isso, depois de seis dias sem o medicamento Lotensin, que é para pressão. Logo não há pressão alta segundo o médico... A temperatura em 38,5. Também normal. Fizemos os exames de sangue para controle, e os resultados são os seguintes: Os hematócritos estão em 26%, as plaquetas em 189 mil, os leucócitos estão no nível ainda alto, fora do padrão de referência. No dia 3 de abril quando o mesmo exame foi feito, os hematócritos que são o mais importante, estava em 24%, o que quer dizer que deu uma leve subida, mas que é muito importante. O que percebemos foi que ele está com uma leve dor na região sacral da coluna. Quando foi fazer o exame de urina, ele reclamou muito ao ficar na posição. Depois no exame clínico apalpando, percebemos isso. A indicação é a mesma do começo lá em janeiro, quando pensava-se apenas em coluna. Ou seja, tratamento com acupuntura., que, na época não fizemos por pura falta de recurso. Agora, já podemos graças a todos vocês, iniciar o tratamento com acupuntura. Desse modo, não precisaremos introduzir mais um medicamento, e a acupuntura não vai atrapalhar no tratamento em curso. Ou seja, hoje foram feitos exames de urina, fezes, sangue, eletro cardiograma, eco cardiograma e pressão. Também foi feita uma limpeza na feridinha (farmacodermia), que já está cicatrizada. Amanhã tem mais, por que a peleja do Wyatt, continua!   ----------  8 de abril de 2014 Hoje, estou terminando este relatório, porque ontem, não foi possível devido ao puro cansaço e o tempo não foi suficiente. Peço desculpa aos amigos, porque não consigo atualizar tudo dentro do tempo que gostaria, mas podem ficar tranqüilos pois sempre que possível vou atualizando os relatórios. Hoje, o levei a uma especialista em sangue, a hematologista Dra Silvia Ulata, no bairro da Vila Olímpia. Saímos de casa por volta das 08:40 e chegamos lá por volta das 10:00. A consulta estava marcada para às 11:00, e ficamos esperando no consultório. A Dra. Silvia, disse que essa orquestra  precisa de um maestro Ou seja, De fato não adianta ficar tratando efeito sem tratar a causa. E, Ela se colocou à disposição para abraçar a causa, com outros profissionais que juntos formarão uma equipe pró Wyatt. Num primeiro momento Dra Silvia Ulata, hematologista, e Dr. Ricardo Duarte, gastroenterologista. Fiquei muito confiante com a Dra. Silvia, e creio que vamos fazer progressos muito rápido. Se, nenhum espírito de porco tentar atrapalhar. Amanhã, dia 9 de abril, precisarei levar o Wyatt em jejum para exames de sangue em um laboratório em Moema, o melhor laboratório veterinário do Brasil. E alguns exames inclusive serão enviados para os EUA, para análise de alguns parâmetros e alguns fatores que ainda não foram analisados, como por exemplo, saber se o acúmulo de cobre no organismo é de fato genético ou não. Medir outros metais no organismo, etc. A consulta portanto foi muito proveitosa. Como a Dra. Silvia diz, a primeira consulta é para estabelecer contato, conhecer o cão e o tutor, estipular metas iniciais, etc. Como ela disse e de fato é o que vem acontecendo desde janeiro, precisamos matar um leão por dia. Eu porém, acho que O problema é que desde janeiro não estamos matando um leão por dia, e sim dando tiros de tranqüilizante. Agora sim, se Deus quiser, vamos começar a matar esses leões. A Dra. Silvia, ficou de conversar com o Dr. Ricardo, explicar o caso, e marcar a consulta para amanhã dia 9 de abril. e confirmar os exames no laboratório, amanhã. Ela é fantástica. Resumindo, o Wyatt está tranqüilo, relativamente bem, se é que é possível estar bem com todos esses problemas. Mas ele está bem porque sabe que nós o amamos, e estamos cuidando dele com todo amor e zelo. E buscando sempre os melhores médicos e os melhores tratamentos, que não são necessariamente os mais renomados, embora até o momento todos que busquei, de fato, para quem ama cães, sabe que são. E, todos vocês estão orando por ele, e vossas orações podem muito em seus efeitos, porque assim está escrito:  e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A súplica de um justo pode muito na sua atuação. Tiago 5:15,16  Então  A oração pode muito em seus efeitos, e eu creio. Portanto, oremos sempre. Continuem pedindo ao Eterno Deus, o único, o criador de todas as coisas, para que os hematócritos subam, para que as plaquetas subam, e os leucócitos caiam. Oremos ao Eterno no nome do Rei dos reis, e confiemos.  Vamos então, à relação de gastos com Wyatt, em 7 e 8 de abril de 2014:  7 de abril de 2014: Táxi, de casa (Jandira), até o hospital Cães e Gatos, (Osasco), espera  de duas horas e meia, trazer de volta, R$ 140,00; Exames e procedimentos no hospital de Cães e Gatos;, R$ 337,00; Compras na loja do Petshopp, 04 latinhas de ração Hills, que não mais precisaremos comprar, pois a Royal Canin, nos enviou um pacote com 12 latinhas da ração deles, e que é até mais recomendável. 02 pacotes de biscoitinhos integral, Vip Dog, R$ 70,00; Drogaria São Paulo, compra de um Nebolizador, para aplicar inalação quando o Wyatt estiver muito ofegante,  o que espero que não aconteça, e também porque ajuda no caso de pneumonia se de fato houver, o que aparentemente não há. 02 micropore para o curativo da feridinha (farmacodermia), que já está sequinha, apenas para evitar que mosquitos fiquem pousando ali. Um total na Drogaria São Paulo de 308,74. Na vinda de Osasco para casa, eu, minha esposa e o motorista, (taxista), paramos para almoçar, pois havíamos saído de casa sem tomar nem mesmo café . Almoçamos no shopping Park Barueri, no Grilleria, meu restaurante preferido, e que não acho tão caro. Valor no Grilleria, R$ 104,72, por três refeições e 02 refrigerantes em latinha para mim, 01 H2o para a Esvana, e outros 02 refris latinhas para o taxista que estava nos acompanhando e ajudando. Um total de 34,90666666666667 por pessoa.  totalizando R$ 960,86; Teve ainda o estacionamento no shopping, que foi pago por mim, mais R$ 7,00 do estacionamento no shopping.  8 de abril de 2014  Táxi de casa em Jandira, na grande São Paulo, até o consultório da Dra. Silvia Ulata na Vila Olímpia, com espera das 10:00 h até às 12:00, e trazer de volta a Jandira, onde chegamos por volta das 13:30. R$ 220,00. Consulta com a especialista mencionada acima, R$ 250,00. Recibo da consulta, já está em mãos. o recibo do táxi também. Hoje, não almocei, e acreditem, estou com fome! (risos)   ----------  Nota: Informações e atualizações, sempre no blog, www.enxergabrasil.blogspot.com no Facebook sempre tem postagens rápidas com foto, e também na página Enxerga Brasil, do Facebook. Eu gostaria de ilustrar a postagem com fotos, mas não consigo fazer isso, então primeiro as fotos, e depois o texto.

4.4.14

ATUALIZANDO AS NOTÍCIAS SOBRE O ESTADO E TRATAMENTO DE SAÚDE DO MEU CÃO-GUIA WYATT

 

Relatório sobre o tratamento e estado de saúde, do meu cão-guia, Wyatt, entre os dias 27 de março e 03 de abril de 2014.
Antes de tudo, quero pedir desculpas pela demora em atualizar informações. Estávamos totalmente sem tempo, saindo sedo para hospitais, e chegando sempre tarde, e o cansaço não deixava fazer muita coisa. Apenas fui escrevendo o relatório que ora envio.
Muitas coisas aconteceram e novidades surgiram neste intervalo de tempo, as quais, passo a relatar:

Da quinta-feira 27 de abril para a sexta-feira 28, surgiu no flanco do Wyatt, uma espécie de feridinha, que, de noite já começamos a limpar e tratar com anticéptico.
Do sábado para o domingo, ele acordou com o bracinho direito inchado, e sentindo dor no local, pois reclamava quando a gente mexia. Decidi então levá-lo ao hospital veterinário Pet Care, para exame, até porque seria mesmo necessário repetir os exames de sangue, para ver como estavam os hematócritos e as plaquetas.
Na segunda-feira então, o Wyatt foi ao hospital veterinário Pet Care, para nova avaliação e exames de sangue. Foi feito também ultra-sonografia, e na ultra-som, nada foi detectado de anormal. No exame de sangue, os hematócritos estavam em 13,9% e de imediato foi entubado, e ligado ao soro e ao oxigênio. (Foto) .
De imediato começaram os preparativos para uma nova transfusão de sangue, e por isso sugeriram que ele ficasse internado.
E contra a nossa vontade, mas crendo que seria o melhor para ele, nós o deixamos lá mais uma vez. E, mais uma vez, o deixamos fazendo a transfusão de sangue (foto) ( )

Na terça-feira, uma das médicas da internação, ligou e falou que seria interessante deixar ele lá mais um dia, para que novos exames fossem feitos, e ele permanecesse em avaliação. Eu fui terminantemente contra, graças a Deus.
Então, Na terça, no fim da tarde, juntamente com um colega e minha esposa Esvana, fomos buscá-lo. De imediato, notei que ele aparentava estar mais debilitado do que no dia anterior, mesmo quando estava com os hematócritos baixos. Apesar de estar com os hematócritos baixos, estava meio animadinho. Mas na terça, não estava tanto, e estava mais ofegante, embora tivesse tomado mais de 600 ml de sangue, e os exames daquela tarde mostrassem que os hematócritos estavam em 28%.
Os médicos do HV Pet Care, recomendaram que o levássemos no dia seguinte para novos exames por conta da transfusão de sangue. E, avaliar a evolução do quadro, bem como, para controlar a eventual queda dos hematócritos.
Então, pagamos a conta de R$ 1984,00 (Mil e Novecentos e Oitenta e quatro reais), por exames e uma diária. Tivemos um desconto, já que o pré orçamento no dia anterior foi de 2026,00 (dois mil e vinte e seis reais).
Paguei também os pedágios R$ 3,30 ida e 3,3 volta.
Eu o trouxe para casa, e decidi que no dia seguinte, dia 2 de abril, o levaria ao hospital veterinário Anhembi Morumbi, para que o Dr. Márcio, ( foto), o pudesse examinar juntamente com a equipe do HV Anhembi Morumbi.
Neste dia 2 de abril de 2014, então, levamos o Wyatt ao referido hospital, para refazer os exames de sangue conforme solicitara o Pet Care, e para que a equipe desse uma olhada na feridinha que a cada dia crescia. Além disso, estava perdendo líquido sanguinolento, e um pouco de pus pela feridinha, a qual o Pet Care, não deu a devida atenção. Falaram apenas que se tratava de uma lesão causada pela baixa da imunidade. Mas não fizeram nenhum exame de raio x por exemplo, já que a imunidade estava sabidamente baixa, para evitar o risco de uma pneumonia. Ou para que na eventualidade de surgir, conseguir atacá-la logo no começo... Falo de raio x, de tórax, por uma questão de prevenção. Sabe-se que quando se está em um ambiente hospitalar, e com a imunidade em baixa, todo cuidado é pouco, e é preciso estar atento a tudo, e fazer exames que consideram desnecessário, para depois do resultado, ter certeza se eram de fato ou não, desnecessários.
Por exemplo, nunca foi feito exame de urina, nunca foi feito exame de fezes, nunca foi feito eco cardiograma, nunca foi feito eletro, tudo porque sempre que eu perguntava, tanto no Pet Care, quanto no hospital de Cães e Gatos, respondiam que não havia nenhum motivo aparente para tais exames. Eu, todavia, entendo que exames são exatamente para que se possa investigar o que não está aparente. Se há uma razão aparente, o exame não é para investigar, e sim para confirmar.
Mas como é sempre bom ter várias opiniões, até que uma ou mais combinem, eu sempre levo o Wyatt em dois ou três hospitais diferentes. Por isso, decidi levá-lo ao Hospital Universitário Anhembi Morumbi, na quarta-feira. Até porque eu estava achando ele muito ofegante, muito prostrado, e não estava querendo beber água nem comer a ração. Estava novamente perdendo o apetite e outra vez com dificuldade para fazer cocô.
E, fiz muito bem em levá-lo ao hospital universitário.

Dia 2 de abril de 2014.

Neste dia 2 no hospital Anhembi Morumbi, o Wyatt passou por vários exames, tais como Hemograma completo, Perfil Bioquímico e, o Dr. Márcio, foto acima, aventou a possibilidade de o Wyatt, haver engolido algum fio de cobre ou algum objeto de metal, que pudesse estar causando este diagnóstico por acúmulo de cobre no organismo. Talvez, pudesse ser um falso positivo. Mas na verdade, hoje sei que essa decisão, nada mais foi do que a influência do Eterno, sobre o caso, para que se descobrisse algo mais grave.
Então o Dr. Márcio pediu que fosse feito raios x do abdome e do tórax.
Quando o resultado chegou ele analisou, e deu a terrível notícia.

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"O padrão do raio x mostrou uma coisa que a gente não estava pensando...
O tal do fiozinho, ou objeto de metal, qualquer coisa que havia possibilidade, não havia mesmo. Então essa alteração, ela é genética mesmo...
O que achou realmente, foi no padrão pulmonar dele. Ele tá com um padrão de bronco-pneumonia... E um padrão pulmonar suuuper, feio. Ele está com uma baita de uma pneumonia."

__________

O Dr. Márcio disse ainda, que o caso é muito, muito grave. Suspendeu todos os medicamentos, exceto o prednisona que precisa ser retirado aos poucos, até parar totalmente. Informou que antes de continuar o tratamento da anemia hemolítica, e do cobre no organismo, é absolutamente necessário que se consiga curar esta pneumonia. Um dos lados do pulmão está totalmente opaco, e isso é muito grave.
Esta doença, até agora é a mais perigosa, e essa pode levar o paciente a óbto mais rápido do que a anemia. A anemia também é grave, e também pode levar o paciente, e os hematócritos continuam caindo juntamente com as plaquetas. E se continuarem caindo,ele precisará de nova transfusão de sangue para repor. Se cair, nova transfusão para repor, e assim, irmos tratando para não perdermos o bebê para anemia. Porque podemos perdê-lo para a anemia, ou para a pneumonia. Mas a pneumonia é mais grave, pois age mais rápido e mais violentamente.
Duas enzimas do fígado também estão bastante alteradas, e não se sabe exatamente porque. Para termos essa resposta acerca do fígado, seria necessário uma outra biópsia, mas no quadro atual não é recomendável de forma alguma. Há uma remota possibilidade de que o fígado possa estar entrando em falência, mas isso é apenas uma das possibilidades, e creio eu, que não será essa a causa.
O fato é que, estamos correndo contra o tempo, e tentando combater quatro tipos de anomalias. O problema no fígado, que está sofrendo com o cobre acumulado, estamos tentando eliminar o cobre para aliviar o fígado, a anemia hemolítica que o deixa fraco e com hematócritos muito baixos, e agora, contra a pneumonia que, no momento atual é a mais grave.
hoje, não há nenhum bom prognóstico. Cada dia de vida será um dia de vitória. Se os Hematócritos baixarem muito, nova transfusão será necessária, e depois outra, e sempre que for preciso, outra, até que a pneumonia esteja curada. Quando ela estiver curada, poder-se-á voltar as medicações para combater a anemia e o cobre.
Não se pode usar nenhum medicamento para combater a anemia nem nenhum outro problema por enquanto.
"No momento, precisamos centrar fogo na pneumonia,"... São palavras do Dr. Márcio.
Porém, outras opiniões, acham que não é bom que os medicamentos sejam retirados totalmente, devido a baixa imunidade, e considerando o quadro geral.
E, como gosto de mais de duas opiniões, também por vezes o levo ao hospital de Cães e Gatos, que fica mais próximo da nossa casa. É lá que o levarei nesta quinta 3 de abril. Quero novos raio
x para confirmar o diagnóstico, e quero novas opiniões. O antibiótico, claro que se confirmado a pneumonia,
não poderá ser alterado nem interrompido. Mas, se o Wyatt estiver com os hematócritos novamente em baixa, e
precisar de nova transfusão de sangue, no Cães e Gatos, creio que poderão atender esta parte. Por outro lado, uma médica já me falou que não é bom que se façam tantas transfusões de sangue seguidamente, porque pode ser perigoso...

Dia 3 de abril de 2014.

Neste dia, decidi levar o Wyatt novamente ao Hospital Veterinário de Cães e Gatos, em Osasco. Fazia já algum tempo que eu não o levava lá porque às vezes tenho a impressão de que não acreditam muito na minha capacidade de explicar o que acontece com meu cão-guia, ou que sentem algum receio de lidar com um cão-guia. Mas por ser mais próximo da minha casa, e eu confiar na médica que o atende lá, a Dra. Rosemeire Alves, ( ) o levei lá novamente. Desta vez, solicitei absolutamente todos os exames possíveis. E também o levei a fim de refazer os raios x, ultra-sonografias e exames de sangue. E hoje, finalmente fez exame de urina, e eu trouxe para casa o patinho para fazer também exame de fezes. Desde o início dos problemas, nunca foram feitos tais exames, nem de urina nem de fezes. Eu sempre achei que seria importante fazer tais exames. Mas os médicos são eles e não eu, e como já falei acima, não acham necessário...
Desta vez, finalmente marcamos todos os exames, e hoje, já foram feitos vários deles. Na segunda-feira 7 de abril de 2014, fará eco cardiograma e eletro cardiograma, bem como exame de pressão alta.
Nos raios x de hoje, dia 3 de abril, mostrou realmente um padrão muito "estranho" segundo a Dra. Rosimeire F. Alves, (foto acima) a médica que cuida do caso do Wyatt, no hospital em referência. Disse ainda que o padrão pulmonar é um padrão de infiltrado alveolar, que normalmente se vê em casos de pneumonia. Ou seja, tem a característica, mas não tem a distribuição que costuma ter em pneumonia.
Como no Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi não me deram os raios x feitos lá, eu não os levei, e isso seria necessário para fins de comparação.
Pode significar um quadro de pneumonia, mas, pode também não ser. Pode ser alguma outra substância que está ali, causando a opacidade e causando esse padrão. Não há nenhum sintoma de pneumonia, não há tosse, não há secreção nasal, e para se ter certeza do que se trata, é indicado uma tomografia. Porém, antes da tomografia, precisamos averiguar a pressão e o coração, já que para fazer uma tomografia é necessário sedação.
A ultra-sonografia de hoje, ( ) mostrou que, o fígado está um pouco aumentado, com infiltrados gordurosos.
e o padrão vascular, também um pouco mais saliente, o que pode significar uma pressão mais alta.


Relatório de gastos:

No Hospital Veterinário Pet Care, a diária e exames, ficaram em R$ 1984,00, depois de já concedido o desconto deR$ 42,00.
O custo com transporte para ir até lá na segunda, ficaram da seguinte forma:
R$70,00 com aluguel de um carro informalmente. Ou seja, um amigo do rapaz que quando pode, nos ajuda acompanhando e dirigindo para nós, emprestou o carrinho dele, um Pálio 1999 mediante setenta reais. Coloquei quarenta reais de gasolina. Paguei o pedágio ida e volta, a R$ 3,30 cada vez. Para meu amigo, dei vinte reais, e dei 10 reais porque o carro sujou o interior e precisou ser passar por limpeza. Totalizando R$ 146,60.

Na terça-feira quando fomos buscar o Wyatt, fui com um colega de trabalho. Ajudei com R$ 140,00 para combustível e como recompensar seu trabalho de ter de nos levar às 16:30 de Jandira até o bairro do Morumbi, e nos trazer de volta a casa, chegando por volta das 23:00 h. Paguei novamente os pedágios, com o mesmo valor de R$ 3,30 ida e 3,30 volta.

No hospital Veterinário Anhembi Morumbi, os custos ficaram em R$ 346,67 que paguei com meu cartão de débito.
Para ir até lá, usei os serviços de um táxi já conhecido. Ele sempre me acompanha em várias idas e vindas, pelos hospitais veterinários. Saímos de casa às 10:00 chegando ao hospital às 11:50. Saímos de lá por volta das 18:00 chegando em casa às 20:00h. Com o táxi, gastei R$ 270,00, mais R$ 30,00 para o motorista como forma de agradecimento por ele nos ter acompanhado e auxiliado durante todas aquelas oito horas em que ficamos ali.
O novo medicamento prescrito, Amoxilina + Clavulanato de Potássio, custou R$ 283,80, que comprei na Drogaria São Paulo da rua Campos Sales, em Barueri. Totalizando no dia, R$ 930,47.
Entre segunda 31 de março de 2014 e 2 de abril, temos um total de R$ 3217,67. Este valor em apenas três dias.
No dia 3 de abril, no hospital de Cães e Gatos, a conta ficou em R$ 406 na clínica, e R$288 na lojinha do petshop, onde comprei 10 latinhas de ração úmida A/D, da Hills, que o Wyatt gosta muito, e para dar com os medicamentos ajuda muito, bem como para os dias que ele não está querendo a ração seca. Cada latinha da ração úmida custa R$12,90. Comprei ainda dois pacotes de fralda, cada pacote com 30 unidades. Pois o Wyatt no dia 2 de abril, ao chegar em casa, fez o que nunca antes havia feito, que foi fazer o pipi dentro de casa. Uma vez na sua própria caminha e outra vez no chão, perto de onde ele estava deitado ao meu lado, enquanto eu estava ao computador. Ele sempre fica do meu lado, onde eu ou a Esvana está, ele quer estar junto. Então comprei esses fraldões para colocar nos locais onde ele sempre fica, para que, se acontecer de ele estar com alguma incontinência urinária, não molhar a casa ou sua caminha.
Comprei ainda, uma latinha de um palitinho que ele adora, chamado geriatric, que custa salvo erro algo em torno de 29 reais. Os fraldões, um pacote com trinta unidade da marca clean pet, R$62,00 e outro da marca Sapecão R$44,90. R$ 264,90.
Então, apenas neste dia 3 de abril, foram gastos R$ 130,00 com o táxi, + R$ 264,90 na loja do petshop, + 406 de exames na clínica. Totalizando R$ 800,9. Se somado aos dias anteriores, temos do dia 31 de março ao dia 3 de abril de 2014, a soma de R$ 4018,57 .

 

É o relatório.

 

E o Wyatt, continua na luta pela vida.

Mais uma vez, eu, minha esposa Esvana e meu cão-guia Wyatt, agradecemos a todos, por tudo. Pelas contribuições, pela preocupação e pelas orações.
Abraços,
 
Marcos André Leandro
 

28.3.14

Atualizando Informações Sobre O Tratamento E A Vaquinha do Meu Cão-Guia

 

Atualizando Informações

AJUDE MEUS OLHOS DE QUATRO PATAS A NÃO FECHAR SEUS OLHOS

Carta de solicitação e apelo

Meu nome é Marcos André Leandro. Tenho 39 anos, e sou pessoa com deficiência visual (cego). Sou
casado com uma mulher também deficiente visual (cega), chamada Esvana.

Nós somos ambos funcionários públicos, sendo que eu desde 2005 sou servidor no Tribunal Regional do
Trabalho, e minha esposa desde 2004 servidora na prefeitura
de Osasco.
Temos uma receita familiar razoável, até acima do orçamento da maioria das famílias brasileiras.
Todavia, como já informado, somos cegos, e para um casal de cegos o custo de vida ao contrário do que muitos pensam, aumenta muito devido as necessidades especiais que temos para levarmos uma vida minimamente digna, e próxima às condições de igualdade da vida de casais que enxergam normalmente.

Ocorre que desde outubro de 2007, utilizo um cão-guia, o qual fui buscar nos EUA, chamado Wyatt. Em 2007, viajei com uma turma de outros três cegos, para os EUA, através de uma instituição brasileira chamada Instituto IRIS, que mantém, ou mantinha à época, uma parceria com uma instituição norte-americana chamada Leader-dogs. Dessa instituição norte-americana, é que veio meu cão-guia. Mas meu cão-guia me foi entregue com um problema genético oculto, o qual somente descobrimos no início deste ano de 2014. Devido à manifestação deste problema genético, Ele ficou muito doente e muito debilitado no início de janeiro de 2014.

De repente, o meu cão-guia, apresentou uma série de sintomas no início do ano, como dores fortes, uma respiração excessivamente ofegante que em dado momento nos fez pensar que ia ter uma parada respiratória. Passou a apresentar sintomas estranhos tais como, o fato de não querer fazer cocô, perda de apetite, abatimento, aparente fraqueza, o nariz quente e seco, febre, e mesmo estando em ar condicionado e em repouso, com a respiração sempre ofegante.

 Inicialmente o levei em um hospital veterinário 24 horas em Osasco, chamado Cães e Gatos. O levei lá inicialmente, porque é mais próximo de onde moramos, a saber, Jandira na grande São Paulo. Lá no hospital de Cães e Gatos, foram feitos exames clínicos e laboratoriais, tais como exames de sangue, Raios X e ultrassonografias. Em princípio acharam que se tratava de problemas na coluna. Os raios X também mostraram de fato alterações na coluna, uma discopatia, o que, reforçou a ideia. Porém, depois de alguns dias de tratamento sem bons resultados, e só piorando o quadro, o levei no
hospital Pet Care no Morumbi, e lá, depois de repetirem os exames laboratoriais de sangue, de imediato o internaram, devido às graves alterações nos níveis de hematócritos, plaquetas e função hepática, e que, desde Osasco, vinha se agravando.

A previsão orçamentária da internação, em princípio foi de aproximadamente R$2600 (dois mil e seiscentos reais), por duas diárias e outros exames para o devido acompanhamento do quadro clínico. Todavia, o quadro só se agravava, e a internação que
deveria ser de apenas dois dias, passou a ser de seis dias. Cada diária a R$698,00 sem contar os exames. Porém, a partir da terceira diária o hospital decidiu me conceder um desconto muito bom no valor das diárias, e de R$698,00 foi para R$250,00.

Todos os dias eram feitos exames de sangue para monitorar os níveis baixos de hematócritos e plaquetas, mas nada melhorava. Estavam desde o primeiro dia considerando o caso como herlichiose, e tratando como se fosse isso, até que o resultado do exame específico chamado (painel PCR), chegasse. Mas o resultado deste exame demora de 10 a 15 dias úteis, e a função do fígado se agravava a cada exame. Por isso no quarto dia fizeram uma biópsia para um exame mais específico do fígado.

Após a biópsia, teve hemorragia e quase morreu.

Antes da biópsia precisou fazer transfusão de plasma, devido aos baixos níveis de plaquetas e ao baixo índice do fator de coagulação. Sem a transfusão de plasma, o procedimento seria inviável.

Já após a biópsia por causa da hemorragia interna, precisou passar por transfusão de sangue, mas graças a Deus, e ao constante monitoramento conseguiu se recuperar. No Pet Care, em princípio estavam desconfiando de herlichiose, e o tratamento seguia
nesta linha. Depois da chegada do exame da biópsia, descobriu-se o verdadeiro problema, e que, infelizmente, não era tão simples quanto uma herlic...

Depois de seis dias internado, transfusão de plasma, biópsia, transfusão de sangue propriamente, vários exames de sangue e ultra-sonografias, meu cão-guia foi diagnosticado com hepatite crônica, causada por acúmulo de cobre no fígado.
Essa é uma doença rara em cães labradores. É mais comum em humanos, embora mesmo em humanos também seja rara. Nos humanos, é a doença de Wilson. Esta doença faz com que todo o metal cobre existentes nos alimentos, quando ingeridos, se acumulem no organismo, pois devido a um problema genético o organismo não metaboliza o metal cobre presente em maior ou menor quantidade em todo alimento, inclusive na água. Vai acumulando no fígado, desde o nascimento até que chega um ponto que o fígado não suporta. E se não for descoberto e tratado, pode começar a acumular também em outros órgãos do corpo, como principalmente nos músculos e no cérebro.

Desde o primeiro dia que o levei ao primeiro hospital em Osasco, até a descoberta da doença, no hospital Pet Care, gastei mais de R$12.000,00 (doze mil reais), com internação, exames, medicamentos, aluguel de carro e pagamento de diárias a uma pessoa para dirigir o veículo. Posto que, uma vez eu e minha esposa sendo cegos, não temos carro. E, neste caso tivemos que alugar um, para podermos ir visitar o meu cão-guia no hospital todos os dias que ele esteve internado. Mas também para ir em busca de farmácias de manipulação para preparar alguns dos medicamentos dele que são manipulados, para levá-lo para exames de controle e consultas de retorno depois que teve alta. Fiz um empréstimo consignado onde recebo o salário para cobrir esses gastos imediatos. Mas ele terá de ficar em tratamento pelo resto da vida, e alguns dos medicamentos que irá tomar, precisam ser manipulados devido a alta dosagem prescrita. São na verdade medicamentos comuns, de farmácias humanas. Mas alguns devido a alta dosagem, precisam ser manipulados para facilitar a aplicação. É o caso do Meticorten, cuja dose é de três comprimidos a cada 12 horas, que manipulado, passa a ser apenas uma cápsula a cada 12 horas. Outro exemplo é o medicamento Same para o fígado, cuja dose é de 620 mg, que, neste caso é manipulado em biscoitinhos palatáveis, pois se fosse em cápsulas daria mais de uma, devido a alta dose.

Todos são medicamentos comprados em farmácias humanas, e a maioria são medicamentos caros. E além de serem caros, precisamos comprar em grande quantidade, e como dito anteriormente, alguns precisam de manipulação para serem administrado ao meu cão-guia, como pode-se constatar na lista constante na próxima página.
Deixo claro que nem toda a lista a seguir será para a vida toda. Apenas os que contiverem tal anotação.

Na tentativa de diminuir custos e para atender a uma sugestão do Instituto IRIS, levei meu cão-guia ao hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi. E foi lá que o Dr. Márcio A. Batistela Moreira, ao analisar os exames do Pet Care, prescreveu o medicamento principal chamado Penicilamina. Deveria ser manipulado em cápsulas de 200 mg, e associado a Zinco com vitamina E, também manipulado em cápsulas de 200 mg. Durante uns 20 dias procurei farmácia que manipulasse esta receita, mas não tive resultado. Foi através de amigos que descobri a Associação dos Doentes de Wilson e consegui descobrir uma farmácia que vendia o medicamento na sua fórmula comercial, com cápsulas de 250 mg. E, sem alternativa, comprei um vidrinho deste medicamento chamado Cuprimine. Passei a ministrar uma cápsula a cada 24 horas associado ao Zinco, mais os outros medicamentos prescritos a saber, Ranitidina meio a cada 12 horas, Meticorten três quartos a cada 12 horas, Same a cada 24 horas, e como estava ainda  debilitado e com riscos de hemorragia, pois acabara de sair da internação no Pet Care, um Fitomenadiona, (Vitamina K), a cada 24 horas. E, devido a hipertensão, um e meio lotensin a cada 24 horas.

Em 12 de fevereiro tivemos o retorno ao Pet Care, onde foram feitos exames. Foi detectado que os hematócritos  estavam estáveis e foi prescrito a lista que segue na próxima página. O Zinco e o Fitomenadiona foram suspensos e o Meticorten começou a ser retirado gradativamente.

Na lista a seguir, por conta própria eu alterei a frequencia na administração de alguns medicamentos, justamente devido ao alto custo.

No final de fevereiro para o início de março, percebi que o Wyatt voltou a ficar mais ofegante e cansado.

No dia 11 de março voltei ao Pet Care, e novamente novos exames foram feitos. Verificou-se que os hematócritos haviam caído e as plaquetas também estavam bastante baixas. Isso explicava a recente recaída no ânimo do Wyatt. A lista de medicamentos foi mantida e acrescentada a ela, o medicamento Sucrafilm.

Mas eu e minha esposa Esvana, percebemos que o Wyatt continuava piorando, e achamos estranho que os ossos da sua cara apareciam muito proeminentes, e em volta deles, como se estivesse afundado. Decidi voltar ao hospital veterinário da Universidade da Anhembi Morumbi. Minha esposa ligou e conseguiu marcar uma consulta em caráter de urgência, e no dia 19 de março, passamos com o Dr. Márcio. Após exames de sangue e clínicos o Dr. Márcio aprovou minhas pequenas alterações na administração dos medicamentos, e mandou voltar o Meticorten, e desta vez com uma dose bem alta, devido a nova queda dos hematócritos e das plaquetas.

Então a lista atualizada e que, infelizmente eu não tenho mais condições de arcar sozinho, sem comprometer em muito o orçamento familiar, é a que segue na próxima página.

 

1. Same:
Este é um medicamento para o fígado; por pelo menos seis meses precisará tomar este medicamento manipulado em formato de biscoitinhos
palatáveis chamado same, que custa com desconto, em uma farmácia de Osasco, R$428,00 o pote com 30 biscoitinhos suficientes para um mês. O preço sem desconto é de R$550,00. O desconto é concedido devido ao convênio que
a farmácia tem com a prefeitura de Osasco, e minha esposa como já foi dito, é funcionária do município. Um valor que paguei por dois meses, mas, como se tornou muito pesado no orçamento, conversei com a Farma Adrians, e, consegui junto a essa farmácia
um desconto muito maior, ao contar o caso do meu cão-guia. Agora, poderei comprar 60 biscoitinhos por R$500,00!

Isso é um desconto para lá de fantástico. Por isso deixo aqui registrado meus agradecimentos à Farma Adrians, farmácia de manipulação em Osasco, (11) 3682-0070. Indico esta farmácia a todos, são ótimos produtos e um ótimo atendimento. Voltando aos medicamentos, a previsão de uso, é de pelo menos seis meses.


2. Cuprimine - (Penicilamina:
Tomará um medicamento para a eliminação do cobre acumulado no organismo cujo vidro com 100 cápsulas custa R$336,38 incluindo a entrega por sedex. A prescrição do Pet Care é de dois ao dia, mas estou dando um ao dia, pois o Hospital da Universidade Anhembi
Morumbi, onde também levei o Wyatt, depois que ele saíu da internação, havia inicialmente prescrito esta doze. Portanto, é um ao dia, totalizando 30 cápsulas ao mês, o que em cifras monetárias significa 101,3 ao mês. Se fosse dois ao dia, seria R$201,6. A previsão de uso, é de pelo menos seis meses.
Observação, comprei uma caixa com cem comprimidos, e ganhei outra caixa de uma querida colega de trabalho, portanto tenho tratamento para seis meses, seguindo a um comprimido ao dia.


3.: Lotensin:
Devido a descoberta de hipertensão está tomando também um remédio para pressão, chamado Lotensin 10mg, um e meio comprimido ao dia, o que significa que preciso comprar duas caixas ao mês, e sempre irá sobrar metade de uma caixa. O que significa dizer que em um mês comprarei duas caixa, no outro mês apenas uma, e assim por diante. Mês sim duas
caixas, Mês no outro apenas uma. A previsão de uso, é até o fim da vida, já que ele apresenta um quadro de hipertensão.


4. Sucrafilm:
Foi prescrito também cinco ML de Sucrafilm a cada oito horas, e a caixa do medicamento Sucrafilm vem com vinte flaconetes de 10 ML cada. Todavia, decidi, com a opinião de outro médico, que posso dar 5 ML a cada 12 horas. Sendo assim, significa que terei
de comprar duas caixas ao mês, e cada caixa dessa custa R$51,56 totalizando R$103,12. Se fosse seguir a prescrição inicial de 5 ML a cada oito horas, seriam duas caixas mais cinco flaconetes, ou seja, teria de comprar três caixas. A previsão de uso, é de pelo menos seis meses.


5. Ranitidina:
Ranitidina é um medicamento para evitar problemas no estômago, e para gastrite evitando úlceras. o meu cão-guia está tomando desde o início do tratamento em 17 de janeiro de 2014, meio comprimido a cada doze horas. Uma caixinha do genérico desse, mais
barato, custa R$17,94 em uma promoção de três caixinhas com 20 comprimidos cada, pelo preço de duas, na Ultrafarma. A previsão de uso, é de pelo menos seis meses.


6. Dipirona:
O medicamento Dipirona foi suspenso em 19 de março, pelo Dr. Do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi. Devido a constante febre, ainda será usado, mas somente nessas ocasiões. Por tanto, mandei manipular apenas 30 biscoitinhos palatáveis de Dipirona 1 G, na Farma Adrians. A previsão é que dure dois meses esta quantidade, porque espero que não seja necessário usar todos os dias.


7. Tramal: Este é um medicamento para dores fortes.
Tomará por pelo menos um mês, o Tramal 100 MG. A caixa vem com 10 comprimidos e ele tomará um a cada
8 horas. Significa dizer que terei de comprar pelo
menos nove delas. Já comprei três. A prescrição inicial do Pet Care, diz que deve ser um a cada oito horas. Mas de acordo com a ida mais recente ao hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, em 18 de março, a doze de um a cada 12 horas, está boa. Cada uma custa sem desconto, R$78,00, totalizando
R$234. Comprei na sexta 21 de março, na drogaria São Paulo em Itapevi, três caixas a R$70,00 com desconto.


8. Ração Especial Royal Canin Hepatic:
Em fim, precisará usar uma ração especial devido ao fato do seu organismo não metabolizar o cobre. A única ração com baixos níveis de cobre na composição, é da Royal Canin chamada Hepatic. Custa R$254,90 o pacote com 10 KG, e dura cerca de um mês. Observação, para esta ração, tenho a ajuda em meses alternados, do Instituto IRIS, que se comprometeu a pagar a ração mês sim, mês não.

9. Meticortem:

Neste dia 19 de março de 2014, quando estive no hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, o médico mandou voltar com o Meticortem, em uma dose bastante alta, a fim de combater a anemia que vinha piorando desde que diminuímos o medicamento em questão.

O Wyatt está tomando três comprimidos de meticortem a cada 12 horas, totalizando seis comprimidos ao dia, ou seja, quase uma caixa ao dia, já que a caixa vem com dez comprimidos.

Mandei manipular também o Meticortem, já na dosagem de 60 mg, para não ter de dar seis comprimidos ao Wyatt, fora os outros medicamentos que ele precisa tomar. Facilita para mim, e é melhor para o Wyatt. A manipulação de 30 cápsulas de 60 mg de Meticortem, na Farma Adrians, ficou em R$54,00.

 

A novidade é que caso o Meticortem, não dê o resultado esperado, o médico irá entrar com um outro medicamento chamado Micofenolato de sódio, que custa cerca de R$ 287,00 a caixa com 50 comprimidos. E depois de comprar estes comprimidos, será necessário remanipular os mesmos, para a dosagem prescrita, que é de 450 mg, e os comprimidos só são comercializados segundo o médico, na dosagem de 180 mg e 360 mg. Na minha pesquisa, encontrei com 500 mg, mas não é o Micofenolato de sódio, e sim o Micofenolato de Mofetila. Não sei se é a mesma coisa...

Vamos torcer que não seja necessário usar este medicamento!

 

Alguns dos medicamentos acima não estão exatamente na quantidade exata conforme foram prescritos pelo hospital Pet Care, como dito antes da listagem, mas foram ajustados pelo médico do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, e agora estão na dosagem correta.

E mesmo assim, tudo gira em torno de R$949 ao mês. Mas, estou mais tranqüilo, porque não fiz nada de errado alterando as dosagens. Pois quando estive no hospital da Universidade Anhembi Morumbi, no dia 19 de março de 2014, o médico me deu a autorização para essa alteração, me tranqüilizando de que não será prejudicial ao meu cão-guia, Wyatt.


Esses são os gastos imediatos que não estavam em meu orçamento. Não vou incluir o custo com o banho mensal, vermífugo mensal e anti pulga mensal, pois esses são gastos que já estavam no meu orçamento. Por ele ser um cão-guia, precisa tomar vermífugo e anti
parasita todos os meses diferentemente dos cães comuns que não tem essa necessidade mensal.

No relato acima, também deixei de colocar os exames de controle que precisam ser feitos pelo menos uma vez por mês, às vezes duas vezes e que, custam em média R$350,00, se incluirmos ultrassonografias, a cada vez que vou ao hospital veterinário. Isso também implica em tomar um táxi saindo de Jandira na grande São Paulo, onde moramos, até o hospital Pet Care, no bairro do Morumbi, ou até o hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, que, fica na zona leste e é, inclusive muito mais longe. O custo é de R$150,00 ou R$190,00 de cada vez que faço esta viagem, respectivamente dependendo para qual hospital eu vá.


Se houver alguém que queira e possa se candidatar como voluntário, para fazer esta viagem mensalmente, ou seja, nos pegar em Jandira na grande São Paulo onde moramos, e nos levar até o hospital Pet Care ou na Universidade Anhembi Morumbi, nos esperar
para a consulta e exames, e trazer de volta até a casa, já economizaria mensalmente no mínimo R$150,00 com o transporte. E isso, considerando que seja apenas uma viagem ao mês. Mas este mês, no dia 19 já fiz uma viagem dessas ao hospital da Universidade Anhembi Morumbi, e no dia 28, precisarei novamente ir até lá ou até o hospital Pet Care, para uns exames de controle conforme pediu o médico no dia 18, para ver se o Meticortem vem dando o resultado desejado e esperado no combate da queda dos hematócritos.

Se houver alguém que tenha disponibilidade para oferecer uma carona, entre em contato!


Infelizmente, definitivamente eu não tenho condições para arcar com tanto porque o custo mensal de tudo isso, incluindo táxis, exames e medicamentos, gira em torno de mais de R$1200,00 ao mês. Já pensei até em devolver o meu cão-guia à instituição que o cedeu em sistema de comodato, mas não consigo ter coragem de fazer isso. Ele já está com oito anos, e depois de tanto tempo juntos 24 horas por dia lado a lado, nem seria justo fazer tal coisa.

O instituto IRIS, não se dispõe a arcar com nenhuma parte dos medicamentos, e nem mesmo entra em contato para saber como vão as coisas, para dar um apoio mesmo que seja moral. Mas querem que eu, os mantenha sempre informado de tudo, e envie os exames, os relatórios médicos, etc. Apenas para saber se estou cuidando do cão conforme o contrato de comodato. E, isso eu sempre fiz, e continuarei a fazer. Como dito acima, se comprometeram a pagar a ração em meses alternados embora meu cão-guia Wyatt, necessite comer diariamente e não apenas em meses alternados. Não nego que é de qualquer forma, uma grande ajuda. Seria uma ajuda ainda melhor, se ao menos se comprometessem a contribuirem com a ração todos os meses. Tendo em vista que estão agora coordenando o projeto cão-guia do SESI, e certamente com esta parceria, hoje em dia eles possuem condições para ajudar neste caso. Enviei e-mail oficial solicitando que arcassem ao menos com 70% (setenta porcento), dos custos, e que disponibilizassem o carro que o instituto tem, para vir nos buscar em casa e nos levar ao hospital para os retornos e para os exames quando isso fosse necessário, mas até hoje, dia 28 de março de 2014 às 16:17, não responderam ao e-mail. Acredito que isso indica o indeferimento do pedido.

O fato que persiste é que, neste caso, minhas condições financeiras são insuficientes. Por isso decidi pedir ajuda. Como fazer para bancar o tratamento? Recorro portanto, a Internet e aos amigos do mundo virtual, pois esta é a única forma real que encontrei de resolver o dilema. Ou ao  menos, tentar; estou tentando...

Minha esposa Esvana, sempre diz que apenas o povo é que ajuda ao próprio povo, e que neste imenso país, existem muitas pessoas que ainda se compadecem do sofrimento alheio, e são autroístas. Muitas vezes ajudam, mesmo não tendo muitas condições.

Mas, qualquer ajuda por menor que seja, torna-se grande quando se junta a outras pequenas ajudas. A praia, é composta de bilhões de grãos de areia, e cada um deles tem sua importância.

Então, se você tiver a menor condição que seja, R$ 10,00 por exemplo, faça sua doação no site da Vaquinha no link abaixo

http://www10.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=259165

Já está na internet, esta vaquinha para arrecadação de fundos para ajudar a custear os
medicamentos e exames necessários mensalmente para o Wyatt, meu cão-guia,
mais que meu cão-guia, meu companheiro do dia-a-dia. Ele é mais companheiro do que minha própria
sombra. Pois minha sombra no escuro desaparece, mas ele
mesmo no escuro continua a me guiar, e permanece ao meu lado.
Esta carta além de publicada no meu blog e em todos os meus perfis do facebook, será enviada em breve para todos os meus contatos, devido a real necessidade.

E isso é tudo. Se alguém quiser e puder ajudar com qualquer quantia, entre em contato, ajude de alguma forma. Se quiser enviar qualquer um dos medicamentos, peça a receita que envio
por e-mail. Se preferir fazer sua ajuda por depósito bancário, os dados bancários estão a
seguir. Se não tiver como ajudar financeiramente, ajude ao menos divulgando este apelo que é um apelo muito sério. Ajude a tratar um cão-guia, que sempre fez seu trabalho com total eficiência, amor e zelo.
 Banco Santander
Agência:
4445
C/C.:
01001796-7
Em nome de Marcos André Leandro.

Para efetuar doc, precisará do CPF.:

020.828.524/58

Repito que pode ajudar também pelo site Vaquinha.com.br, clicando no link abaixo
https://www.vakinha.com.br/RealizaPagamento.aspx?id=259165

Se quiser me informar sobre sua doação, para que eu possa agradecer no blog e redes sociais, envie e-mail para:

marcosaleandro@bol.com.br

Repetindo os dados:
Banco Santander:
Agência - 4445
C/C.: 01001796-7
 Em nome de:

Marcos André Leandro
Se for enviar um doc, precisará do C.P.F.:

020.828.524/58

pelo site Vaquinha.com.br, clicando no link abaixo
https://www.vakinha.com.br/RealizaPagamento.aspx?id=259165

Se alguém quiser ajudar com serviço voluntário, como com transporte por exemplo, entre em
contato. Meus telefones são:

(11)9 7472-2398 (Vivo)
(11)9 8179-4719 (TIM)
(11) 4707-8283 (residencial)
(11) 4707-4276 (Telefone Comercial) no período da tarde.

Meus principais e-mails:
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marcosaleandro@ig.com.br
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Atualizando Informações Sobre As Doações

Até o momento, tive R$ 450,00 em doações, e agradeço imensamente aos que contribuíram.

Uma doação de R$300,00 pelo site Vaquinha,

R$50,00 pelo site Vaquinha,

E R$100,00 por depósito bancário.

Carta e informações Atualizadas em 28 de março de 2014.

 

18.3.14

AJUDE MEUS OLHOS DE QUATRO PATAS A NÃO FECHAR SEUS OLHOS

Carta de solicitação e apelo

 

Meu nome é Marcos André Leandro. Tenho 39 anos, e sou pessoa com deficiência visual (cego). Sou casado com uma mulher também deficiente visual (cega).

Nós somos ambos funcionários públicos, sendo que eu desde 2005 sou servidor no Tribunal Regional do Trabalho, e minha esposa desde 2004 servidora na prefeitura de Osasco.

Temos uma receita familiar até razoável, acima do orçamento da maioria das famílias brasileiras. Todavia, como já informado, somos cegos, e para um casal de cegos, o custo de vida almenta muito, devido as necessidades especiais que temos para termos uma vida minimamente digna.

Desde outubro de 2007 utilizo um cão-guia, chamado Wyatt. Em 2007, viagei com uma turma de outros três cegos, para os EUA, através de uma instituição brasileira chamada Instituto IRIS, que mantém ou mantinha uma parceria com uma instituição norte-americana, chamada Leader-dogs. Dessa instituição norte-americana é que veio meu cão-guia.

Ocorre que ele me foi entregue com um problema genético oculto, o qual somente descobrimos no início deste ano. Ele ficou muito doente, devido à manifestação do problema genético.

No início de janeiro de 2014, meu cão-guia, Wyatt, começou a ficar muito ofegante, mesmo quando estava em repouso no ar condicionado. Começou a não querer fazer cocô, e perdeu o apetite.

Inicialmente o levei em um hospital em Osasco, por ser mais próximo de onde moramos, a saber, Jandira na grande São Paulo. Lá no hospital de Cães e Gatos, em Osasco, foram feitos exames clínicos e laboratoriais, como Raios X e ultrassonografias, em princípio acharam que se tratava de problemas na coluna. Os raios X também mostraram de fato alterações na coluna o que, reforçou a ideia.

Porém, depois de alguns dias de tratamento sem bons resultados, e só piorando o quadro, o levei no hospital Pet Care no Morumbi, e lá, depois de repetirem os exames laboratoriais de sangue, de imediato o internaram, devido às graves alterações nos exames que desde Osasco, vinha se agravando.

A previsão orçamentária da internação, em princípio foi de aproximadamente R$2600 (dois mil e seissentos reais), por duas diárias e outros exames para o devido acompanhamento do quadro clínico. Todavia, o quadro só se agravava, e a internação que deveria ser de apenas dois dias, passou a ser de seis dias. Cada diária a R$698,00 sem contar os exames.

Todavia, a partir da terceira diária o hospital decidiu me conceder um ótimo desconto no valor das diárias, e de R$698,00 foi para R$250,00.

No quarto dia, ele fez uma biópsia, para um exame do fígado, e no pós procedimento teve hemorragia, quase morreu. Passou por transfusão de sangue, e conseguiu se recuperar. No Pet Care, em princípio estavam desconfiando de herlichiose, e o tratamento seguia nesta linha. Depois da chegada do exame da biópsia, descobriu-se o verdadeiro problema, e que, infelizmente, não era tão simples quanto uma herlic...

Depois de seis dias internado, transfusão de plasma, biópsia, transfusão de sangue propriamente, vários exames de sangue e ultra-sonografias, meu cão-guia foi diagnosticado com hepatite crônica, causada por acúmulo de cobre no fígado.

Essa é uma doença relativamente rara, mas é mais comum em humanos, embora também seja rara. Nos humanos, é a doença de Wilson. Esta doença, faz com que todo o metal cobre existentes nos alimentos, quando os ingerimos, se acumulem no organismo, pois devido a um problema genético o organismo não metaboliza o metal. Vai acumulando desde o nascimento até que chega um ponto que um dos órgãos do organismo, aquele no qual o cobre tenha se acumulado, dá sinais. E o meu cão-guia, apresentou uma série de sintomas no início do ano, como dores fortes, uma respiração excessivamente ofegante que nos fez pensar que ia ter uma parada respiratória.

Desde o primeiro dia que o levei ao primeiro hospital em Osasco, até a descoberta da doença no hospital Pet Care, gastei mais de R$12.000,00 (doze mil reais), com internação, exames, medicamentos, aluguel de carro e pagamento de diárias a uma pessoa para dirigir o veículo. Posto que, uma vez eu e minha esposa sendo cegos, não temos carro. E, neste caso tivemos que alugar um, para podermos ir visitar o meu cão-guia no hospital todos os dias que ele esteve internado. Mas também para ir em busca de farmácias de manipulação para preparar alguns dos medicamentos dele que são manipulados, para levá-lo para exames de controle e consultas de retorno depois que teve alta.

Fiz um empréstimo consignado onde recebo o salário para cobrir esses gastos imediatos. Mas ele terá de ficar em tratamento pelo resto da vida, e alguns dos medicamentos que irá tomar, são manipulados e caros. Outros são medicamentos comprados em farmácias humanas, mas igualmente caros, como pode-se constatar na lista abaixo.

Deixo claro que nem toda a lista abaixo será para a vida toda. Para vida toda são apenas os que tiverem esta inscrição.

1. Same:

Por pelo menos seis meses precisará tomar um medicamento manipulado em formato de biscoitinhos palatáveis chamado same, que custa com desconto, em uma farmácia de Osasco, R$428,00 o pote com 30 biscoitinhos suficientes para um mês. O preço sem desconto é de R$550,00. O desconto é concedido devido ao convênio que a farmácia tem com a prefeitura de Osasco, e minha esposa como já foi dito, é funcionária do município. Um valor que paguei por dois meses, mas, como se tornou muito pesado no orçamento, conversei com a Farma Adrians, e, consegui junto a essa farmácia um desconto muito maior, ao contar o caso do meu cão-guia. Agora, poderei comprar 60 biscoitinhos por R$500,00! Isso é um desconto para lá de fantástico. Por isso deixo aqui registrado meus agradecimentos à Farma Adrians, farmácia de manipulação em Osasco. Indico esta farmácia a todos, são ótimos produtos e um ótimo atendimento.

Voltando aos medicamentos, a previsão de uso, é de pelo menos seis meses.

 

2. Cuprimine:

Tomará um medicamento para a eliminação do cobre acumulado no organismo cujo vidro com 100 cápsulas custa R$336,38 incluindo a entrega por sedex. A prescrição do Pet Care é de dois ao dia, mas estou dando um ao dia, pois o Hospital da Universidade Anhembi Morumbi, havia inicialmente prescrito esta doze. Portanto, é um ao dia, totalizando 30 cápsulas ao mês, o que em cifras monetárias significa 101,3 ao mês. Se fosse dois ao dia, seria R$201,6.

A previsão de uso, é de pelo menos seis meses.

Observação, comprei uma caixa com cem comprimidos, e ganhei outra caixa de uma querida colega de trabalho, portanto tenho tratamento para seis meses, seguindo a um comprimido ao dia.

 

3.: Lotensin:

Está tomando também um remédio para pressão, chamado Lotensin 10mg, um e meio comprimido ao dia, o que significa que preciso comprar duas caixas ao mês, e sempre irá sobrar metade de uma caixa. O que significa dizer que um mês comprarei duas caixa, no outro mês apenas uma, e assim por diante. Mês sim duas caixas, Mês no outro apenas uma.

A previsão de uso, é até o fim da vida, já que ele apresenta um quadro de hipertensão.

 

4. Sucrafilm:

Foi prescrito também cinco ML de Sucrafilm a cada oito horas, e a caixa do medicamento Sucrafilm vem com vinte flaconetes de 10 ML cada. Todavia, decidi, com a opinião de outro médico, que posso dar 5 ML a cada 12 horas. Sendo assim, significa que terei de comprar duas caixas ao mês, e cada caixa dessa custa R$51,56 totalizando R$103,12. Se fosse seguir a prescrição inicial de 5 ML a cada oito horas, seriam duas caixas mais cinco flaconetes, ou seja, teria de comprar três caixas.

A previsão de uso, é de pelo menos seis meses.

 

5. Ranitidina:

Ranitidina é um medicamento para evitar problemas no estômago, e para gastrite evitando úlceras. o meu cão-guia está tomando desde o início do tratamento em 17 de janeiro de 2014, meio comprimido a cada doze horas. Uma caixinha do genérico desse, mais barato, custa R$17,94 na promoção de três caixinhas com 20 comprimidos cada uma.

A previsão de uso, é de pelo menos seis meses.

 

6. Dipirona:

Devido a constante febre e dores de origem desconhecida, tomará um comprimido a cada 12 horas de Dipirona 1g manipulado em biscoitinhos palatáveis, cujo pote com 30 biscoitinhos custa R$38,00, e terei de comprar dois totalizando R$76,00 ao mês, por pelo menos dois mêses. O correto pela prescrição deveria ser 1500 MG ao dia, ou seja, deveria ser um comprimido ou biscoitinho de 500 g a cada oito horas.

 

7. Tramal:

Tomará por pelo menos um mês, o Tramal 100 MG. A caixa vem com 10 comprimidos e ele tomará um a cada 12 horas. Significa dizer que terei de comprar pelo menos três delas. A prescrição diz que deve ser um a cada oito horas. Mas não creio que seja assim tão necessário. Cada uma custa R$78,00, totalizando R$234.

 

8. Ração Especial:

Em fim, precisará usar uma ração especial devido ao fato do seu organismo não metabolizar o cobre. A única ração com baixos níveis de cobre na composição, é da Royal Canin chamada Hepatic. Custa R$254,90 o pacote com 10 KG, e dura cerca de um mês.

Observação, para esta ração, tenho a ajuda em meses alternados, do Instituto IRIS, que se comprometeu a pagar a ração mês sim, mês não.

Os medicamentos acima, não estão exatamente na quantidade exata conforme foram prescritos. Alguns que deveriam ser a cada oito horas, eu alterei para a cada 12 horas a fim de economizar, e diminuir custos, conforme observado em cada medicamento. E mesmo assim, tudo gira em torno de R$949 ao mês. Se for exatamente conforme prescrito, o custo sobe para mais de R$1.600,00!

Esses são os gastos imediatos que não estavam em meu orçamento. Não vou incluir o custo com o banho mensal, vermífugo mensal e anti pulga mensal, pois esses são gastos que já estavam no meu orçamento. Por ele ser um cão-guia, precisa tomar vermífugo e anti parasita todos os meses diferentemente dos cães comuns que não tem essa necessidade mensal.

No relato acima, também deixei de colocar os exames de controle que precisam ser feitos pelo menos uma vez por mês, e que custam em média R$350,00 a cada vez que vou ao hospital veterinário. Isso também implica em tomar um táxi até o hospital Pet Care, no Morumbi ou no hospital da Universidade Anhembi Morumbi, na zona leste, saindo de Jandira na grande São Paulo, onde moramos. O custo é de R$150,00 ou R$200,00 de cada vez que faço esta viagem, respectivamente dependendo para qual hospital eu vá.

Se houver alguém que queira e possa se candidatar como voluntário, para fazer esta viagem mensalmente, ou seja, nos pegar em Jandira na grande São Paulo onde moramos, e nos levar até o hospital Pet Care ou na Universidade Anhembi Morumbi, nos esperar para a consulta e exames, e trazer de volta até a casa, já economizaria mensalmente R$150,00 com o transporte.

Definitivamente, eu não tenho condições para tanto porque o custo mensal de tudo isso, gira em torno de mais de R$1200,00 ao mês.

Já pensei até em devolver o meu cão-guia à instituição que o cedeu em sistema de comodato, mas não consigo ter coragem de fazer isso. Ele já está com oito anos, e depois de tanto tempo juntos 24 horas por dia lado a lado, nem seria justo fazer tal coisa. Mas como fazer para bancar o tratamento? Recorro portanto a Internet e aos amigos do mundo virtual, pois esta é a única forma real de resolver o dilema, ou ao menos, tentar. Estou tentando...

E isso é tudo. Se alguém quiser e puder ajudar com qualquer quantia, os dados bancários estão a seguir.

Esta carta será enviada em breve para todos os meus contatos, devido a real necessidade.

Também já está na internet, uma vaquinha para arrecadação de fundos para ajudar a custear os medicamentos necessários mensalmente para o Wyatt, meu cão-guia, mais que meu cão-guia, meu companheiro do dia-a-dia. Ele é mais companheiro do que minha própria sombra, pois minha sombra no escuro, desaparece, mas ele mesmo no escuro continua a me guiar, e permanece ao meu lado.

Se os internaltas brasileiros são generosos a ponto de contribuirem com milhares de reais para ladrões da própria nação, julgados, condenados e presos, quero crer que certamente terão mais generosidade ainda, para contribuirem com o custeio de um tratamento que nem é assim tão caro, para quem tenha condição de arcar sozinho, de um ser inocente e dependente. Um ser infinitamente mais importante e valioso do que qualquer um daqueles condenados. E repito, o tratamento do meu cão-guia, nem é assim tão caro quanto as multas que os ladrões foram condenados a pagar a fim de devolver aos cofres públicos parte daquilo que robaram.

Então divulgue este apelo, contribua com qualquer quantia, entre em contato, ajude. Se quiser enviar o remédio propriamente dito, peça a receita que envio por e-mail.

Pode ajudar também pelo site Vaquinha.com.br, clicando no link abaixo

 

https://www.vakinha.com.br/RealizaPagamento.aspx?id=259165

 

Ou depositando diretamente na conta a seguir:

Banco Santander

Agência:

4445

C/C.:

01001796-7

Se precisar do CPF. Para efetuar algum DOC, envie e-mail para marcosaleandro@bol.com.br solicitando.

 

 

Repetindo:

Banco Santander:

Agência - 4445

C/C.: 01001796-7

Caso alguém precise do cpf para efetuar algum doc, envie um e-mail ou entre em contato por telefone, que repasso.

Se alguém quiser ajudar também com serviço voluntário, como com transporte por exemplo, entre em contato. Meus telefones são:

(11)9 7472-2398 (Vivo)

(11)9 8179-4719 (Tim)

(11) 4707-8283 (residencial)

(11) 4707-4276 (Telefone Comercial) no período da tarde.

Meus principais e-mails:

marcos.leandro@trtsp.jus.br

marcosaleandro@bol.com.br

marcosaleandro@ig.com.br

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